quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

domingo, 21 de agosto de 2011

Geografia cantada

Grupo Monarcas (RS) cantando o importante movimento migratório brasileiro de gaúchos para o NORTE.

domingo, 26 de junho de 2011

Leonardo Boff: Crise terminal do capitalismo?

Tenho sustentado que a crise atual do capitalismo é mais que conjuntural e estrutural. É terminal. Chegou ao fim o gênio do capitalismo de sempre adapatar-se a qualquer circunstância. Estou consciente de que são poucos que representam esta tese. No entanto, duas razões me levam a esta interpretação. Leia mais ...

domingo, 5 de junho de 2011

CARTA ABERTA DA ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRAFOS BRASILEIROS PARA A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF E PARA OS SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS SOBRE AS PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES NO CÓDIGO FLORESTAL

São Paulo, 25/05/2011

No presente debate acerca de propostas de alterações no Código Florestal, evidencia-se que produtores rurais defendem uma maior flexibilidade nas leis ambientais, com o proclamado objetivo de ampliar a produção, enquanto movimentos sociais, associações científicas, pesquisadores e conservacionistas defendem medidas de proteção florestal para manter a biodiversidade, evitar a erosão do solo, preservar mananciais, alimentar o ciclo de chuvas e garantir modos diferenciados de relação das populações com os ambientes associados a seus modos de vida.
Assim, o que está em questão é o modo como a sociedade brasileira define o uso de suas florestas - para quem? para o quê?

Desse modo, considerando:

1. Que as propostas de alteração do Código Florestal, contidas no relatório do deputado federal Aldo Rebelo, atentam contra a biodiversidade e contra as mais elementares noções de responsabilidade social quanto ao uso da propriedade, conforme explanado em artigo do eminente geógrafo Azis Ab-Saber, tornado público em 21 de julho de 2010 e reproduzido no Anexo 1 deste manifesto.

2. Que as propostas de alterações sequer satisfazem em profundidade às necessidades da eficiência produtiva, conforme a nota técnica divulgada por Gerson Teixeira, assessor na Câmara dos Deputados, sobre as mudanças do Código, em 19 de maio de 2011 (Anexo 2), pois tais propostas correspondem tão somente a uma estratégia para aumentar a produtividade do agronegócio, através da expansão das atividades sobre as áreas florestadas, ao invés de propor a recuperação da produtividade das terras agrícolas já levadas ao esgotamento de seus solos (pela óbvio e condenável motivo de ser menos oneroso ocupar áreas florestadas do que recuperar terras levadas ao esgotamento).

A Associação dos Geógrafos Brasileiros declara seu repúdio à intenção de alteração do Código Florestal sem que ocorra, de forma abrangente em conjunto com as entidades representativas da sociedade civil, o necessário debate de questões controversas, objetivando o esclarecimento e a construção de uma política ambiental que leve em conta os interesses do povo brasileiro e das gerações futuras.

Saudações à sociedade brasileira,

Diretoria Executiva Nacional e Grupo de Trabalho Ambiente da Associação dos Geógrafos Brasileiros

Brasil rural: matar e desmatar (Frei Betto)

Outras mortes por assassinato ocorrerão se a presidente Dilma não tomar providências enérgicas para qualificar os assentamentos rurais, impedir o desmatamento e puni-lo com rigor, cobrar as multas aplicadas, federalizar os crimes contra os direitos humanos e, sobretudo, vetar o Código Florestal aprovado pelos deputados federais e promover a reforma agrária. Leia mais ...

domingo, 29 de maio de 2011

Carlos Chagas: A AGONIA DO NEOLIBERALISMO

Vale, por um dia, começar além da  política nacional,  arriscando  um mergulho lá fora. O que continua a acontecer  na Grécia, Portugal, Irlanda e até na  França, para não falar no mundo árabe, onde  carros, escolas, hospitais e residências comuns estão sendo queimados e saqueados?    Qual a razão de multidões de jovens irem para as ruas, enfrentando a polícia e depredando tudo o que encontram pela frente?  Tornando difícil  a vida do cidadão comum.  Por que?


É preciso  notar que o protesto vem das massas, começando pelas  massas excluídas,  de negros, árabes, turcos e demais  minorias que buscaram na Europa  a saída para a fome, a miséria e  a doença onde viviam,  mas frustraram-se,  cada vez mais segregados, humilhados e abandonados. Exatamente como em seus países de origem. Mas atingindo, também, as classes trabalhadoras e a classe média desses países, certas todas de que vão pagar a conta pela incúria de suas elites. Leia mais ...



sexta-feira, 22 de abril de 2011

Wikileaks: o saque do petróleo no Iraque

O governo  britânico em conluio com o dos EUA, discutiu a partilha do petróleo do país invadido um ano antes da invasão. A história da existência de armas de destruição em massa foi mais uma mentira abjeta e descarada das nações imperialistas. Leia mais.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Fórum Social Mundial reflete sobre a condição africana em tempos de globalização

Fórum Social Mundial: Um outro mundo é possível. Leia mais ...

Noam Chomsky: Declina a influência do Ocidente

No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que implementou um programa de islamização radical (com financiamento saudita). Leia mais ...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Luciano Martins Costa: caso Cesare Battisti, a verdade e as dúvidas


A imprensa brasileira já havia publicado, em outras ocasiões, informações que levantam dúvidas sobre a correção dos julgamentos de Battisti. Numa delas, por exemplo, é citado o fato de que ele foi condenado por dois homicídios ocorridos quase simultaneamente em duas cidades diferentes. Em outra, são citadas divergências entre a descrição do assassino e a aparência de Battisti na época.
Mas a entrevista publicada pelo Estadão nesta sexta-feira é a primeira oportunidade para os leitores tomarem conhecimento de que há argumentos a serem levados em conta nos dois lados da questão. Leia mais ...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MST: Gilmar Mendes e Noam Chomsky

Um dos grandes mistérios da humanidade é entender como uma mesma coisa pode despertar paixões tão diferentes nas pessoas. Vejamos o caso do MST. Leia mais ...
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