GEOGRAFANDO
Geografia, geopolítica, meio ambiente, território, sociedade, atualidades ...
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Leonardo Boff: Sustentabilidade é questão de vida ou morte.
“Colocar em prática a sustentabilidade é uma questão de vida ou morte diante de um cenário que coloca em risco toda a civilização. Penso que o grande legado desta crise será a discussão de ideias de que planeta nós queremos”. Leia mais ...
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 21 de agosto de 2011
Geografia cantada
Grupo Monarcas (RS) cantando o importante movimento migratório brasileiro de gaúchos para o NORTE.
domingo, 26 de junho de 2011
Leonardo Boff: Crise terminal do capitalismo?
Tenho sustentado que a crise atual do capitalismo é mais que conjuntural e estrutural. É terminal. Chegou ao fim o gênio do capitalismo de sempre adapatar-se a qualquer circunstância. Estou consciente de que são poucos que representam esta tese. No entanto, duas razões me levam a esta interpretação. Leia mais ...
domingo, 5 de junho de 2011
CARTA ABERTA DA ASSOCIAÇÃO DOS GEÓGRAFOS BRASILEIROS PARA A PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF E PARA OS SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS SOBRE AS PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES NO CÓDIGO FLORESTAL
São Paulo, 25/05/2011
No presente debate acerca de propostas de alterações no Código Florestal, evidencia-se que produtores rurais defendem uma maior flexibilidade nas leis ambientais, com o proclamado objetivo de ampliar a produção, enquanto movimentos sociais, associações científicas, pesquisadores e conservacionistas defendem medidas de proteção florestal para manter a biodiversidade, evitar a erosão do solo, preservar mananciais, alimentar o ciclo de chuvas e garantir modos diferenciados de relação das populações com os ambientes associados a seus modos de vida.
Assim, o que está em questão é o modo como a sociedade brasileira define o uso de suas florestas - para quem? para o quê?
Desse modo, considerando:
1. Que as propostas de alteração do Código Florestal, contidas no relatório do deputado federal Aldo Rebelo, atentam contra a biodiversidade e contra as mais elementares noções de responsabilidade social quanto ao uso da propriedade, conforme explanado em artigo do eminente geógrafo Azis Ab-Saber, tornado público em 21 de julho de 2010 e reproduzido no Anexo 1 deste manifesto.
2. Que as propostas de alterações sequer satisfazem em profundidade às necessidades da eficiência produtiva, conforme a nota técnica divulgada por Gerson Teixeira, assessor na Câmara dos Deputados, sobre as mudanças do Código, em 19 de maio de 2011 (Anexo 2), pois tais propostas correspondem tão somente a uma estratégia para aumentar a produtividade do agronegócio, através da expansão das atividades sobre as áreas florestadas, ao invés de propor a recuperação da produtividade das terras agrícolas já levadas ao esgotamento de seus solos (pela óbvio e condenável motivo de ser menos oneroso ocupar áreas florestadas do que recuperar terras levadas ao esgotamento).
A Associação dos Geógrafos Brasileiros declara seu repúdio à intenção de alteração do Código Florestal sem que ocorra, de forma abrangente em conjunto com as entidades representativas da sociedade civil, o necessário debate de questões controversas, objetivando o esclarecimento e a construção de uma política ambiental que leve em conta os interesses do povo brasileiro e das gerações futuras.
Saudações à sociedade brasileira,
Diretoria Executiva Nacional e Grupo de Trabalho Ambiente da Associação dos Geógrafos Brasileiros
Brasil rural: matar e desmatar (Frei Betto)
Outras mortes por assassinato ocorrerão se a presidente Dilma não tomar providências enérgicas para qualificar os assentamentos rurais, impedir o desmatamento e puni-lo com rigor, cobrar as multas aplicadas, federalizar os crimes contra os direitos humanos e, sobretudo, vetar o Código Florestal aprovado pelos deputados federais e promover a reforma agrária. Leia mais ...
domingo, 29 de maio de 2011
Carlos Chagas: A AGONIA DO NEOLIBERALISMO
Vale, por um dia, começar além da política nacional, arriscando um mergulho lá fora. O que continua a acontecer na Grécia, Portugal, Irlanda e até na França, para não falar no mundo árabe, onde carros, escolas, hospitais e residências comuns estão sendo queimados e saqueados? Qual a razão de multidões de jovens irem para as ruas, enfrentando a polícia e depredando tudo o que encontram pela frente? Tornando difícil a vida do cidadão comum. Por que?
É preciso notar que o protesto vem das massas, começando pelas massas excluídas, de negros, árabes, turcos e demais minorias que buscaram na Europa a saída para a fome, a miséria e a doença onde viviam, mas frustraram-se, cada vez mais segregados, humilhados e abandonados. Exatamente como em seus países de origem. Mas atingindo, também, as classes trabalhadoras e a classe média desses países, certas todas de que vão pagar a conta pela incúria de suas elites. Leia mais ...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Wikileaks: o saque do petróleo no Iraque
O governo britânico em conluio com o dos EUA, discutiu a partilha do petróleo do país invadido um ano antes da invasão. A história da existência de armas de destruição em massa foi mais uma mentira abjeta e descarada das nações imperialistas. Leia mais.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Noam Chomsky: Declina a influência do Ocidente
No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que implementou um programa de islamização radical (com financiamento saudita). Leia mais ...
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Luciano Martins Costa: caso Cesare Battisti, a verdade e as dúvidas
A imprensa brasileira já havia publicado, em outras ocasiões, informações que levantam dúvidas sobre a correção dos julgamentos de Battisti. Numa delas, por exemplo, é citado o fato de que ele foi condenado por dois homicídios ocorridos quase simultaneamente em duas cidades diferentes. Em outra, são citadas divergências entre a descrição do assassino e a aparência de Battisti na época.
Mas a entrevista publicada pelo Estadão nesta sexta-feira é a primeira oportunidade para os leitores tomarem conhecimento de que há argumentos a serem levados em conta nos dois lados da questão. Leia mais ...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
MST: Gilmar Mendes e Noam Chomsky
Um dos grandes mistérios da humanidade é entender como uma mesma coisa pode despertar paixões tão diferentes nas pessoas. Vejamos o caso do MST. Leia mais ...
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